9.4.09

Adeus você.

Eu hoje vou pro lado de lá do Atlântico.

Hora Local (Grand Turk): 00h40
Hora do Brasil: 01h20

Chega de Caribe. 3 cruzeiros completados para o portifólio da vida. Só faltam mais 14.
Catorze. Quatorze. Sempre ele. “Que se vaya!”

Agora to na ‘cabina’ das meninas Thalita e Camila, junto com a Maria Regina. Todo mundo no seu laptop trocando fotos, músicas e eteceteras. Camila vai embora amanhã em Miami. Triste.

Estou há muito tempo sem dar notícias. Muitas coisas aconteceram e acontecem nesse tempo. Nem quero contar tudo mesmo. Mas se passaram muitas festas, muitos atrasos no trabalho, muitas pessoas novas, pessoas que se vão. Lugares conhecidos e reconhecidos. Muito bom. E ruim. Riso e choro. Sol e chuva. Hoje choveu em Grand Turk.

A foto é com Thalita e Camila na festa Tropical. Coloco essa aqui só pra ficar me achando e pra vocês pensarem que eu to podendo, assim como todo mundo que estava na festa.

Boa viagem, Camila. =)

UPDATE 1: enquanto escrevo, a Adriana também passa aqui pela ‘cabina’. Basicamente uma reunião brazuca.

UPDATE 2:

Hora Local (at sea): 9h40
Hora do Brasil: 10h20

Em 10 dias chego na Europa. Desses 10, 8 são dias de mar e com fuso horário adiantado. Ou seja, 1h a menos pra dormir em cada um desses dias de mar. As paradas são Miami amanhã e Bahamas daqui 3 dias.

Até já chorei quando me dei conta que dia 1 de maio estarei em Mônaco. 1 de maio, quando se completam 15 anos da morte do Senna. Sem dúvida vai ser um dia inesquecível da minha vida. Até já tenho a champagne em mãos para estourar na linha de chegada ou em qualquer lugar nas ruas de Monte Carlo. Quase não consigo acreditar que isso é verdade.

“É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê.”

Tchau, Caribe. Obrigado pelas 1335 lindas fotos, pelo melhor pôr-do-sol do mundo, pelo sol ardente, pela água transparente e colorida, pelas ‘palmas de coco’ na areia de pedra e por todo resto que eu não lembro.

Na República Dominicana eu e Victor chegamos à praia. Victor conhecia o caminho, mas pegamos um atalho que eu conhecia até a ponte. Foi engraçado porque ele comentou no final algo como “que maravilha você chegar num lugar 2 semanas depois e saber onde quer ir e saber o caminho”, e então eu disse “mais foda ainda é você dizer que conhece um atalho”. E a gente caiu na risada. Num lugar tão pitoresco, há 5 mil km da sua casa, você conhecer caminhos e atalhos é algo realmente foda. Impossível explicar agora, mas isso pra nós significa muito. “Que mierda”.

Só faltam 4 meses e 1 semana pra eu chegar em casa.

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